Mostrando postagens com marcador Rodrigo Esteban Tavarez. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rodrigo Esteban Tavarez. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Quem sabe eu ainda sou criança, ou um velho, eu não sei. Quem sabe eu já entrei na dança, quem sabe eu não dancei. Quem sabe eu não saiba nada, ou saiba tudo que eu não sei. Quem sabe a hora está errada, ou há horas já errei. .Talvez eu deixe você escolher. Quem saiba eu me perca por aqui. Às vezes quero tudo que sonhei. Às vezes o que eu quero é desistir. Pedaços de papel rasgado em cima da mesa de um bar. Não fume, não beba, não viva, não pense em sonhar. Pedaços de um coração partido em frente a uma carta de amor. Não chore, não ligue, não volte, não ouse me amar. Milhas e milhas eu fui percorrer, por milhas eu não soube aonde ir. Às vezes não espero me encontrar. Talvez um dia eu te encontre por aí.
Marcadores:
Rodrigo Esteban Tavarez
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Nem tudo é como a gente quer, no entanto, isso não quer dizer que não é tudo que precisamos. Muitas vezes, essas coisas que a vida nos coloca pelo caminho são bem melhores do que a gente esperava. Veja bem, a hora mais bonita do dia é aquela em que o céu fica vermelho, e não azul. As mais belas noites são aquelas poucas em que a lua pega emprestada quase toda a luz do sol e a gente não precisa de lanterna pra caminhar. Exemplos não me faltam: a gente só ama o frio porque pode se envolver em mil casacos e cobertores, bem como agradecemos pelo escaldante sol de verão somente após mergulharmos num mar gelado. Eu posso não ser o que tu esperavas, mas a gente não escolhe o que quer sonhar quando coloca a cabeça no travesseiro. E que atire a primeira pedra quem não gosta de sonhar aqui. Eu posso não ser tudo que tu precisavas, mas a gente vive e morre sem saber do que realmente precisamos. Eu posso não bastar. Então que baste o amor. Eu posso não ser um monte de coisas, mas tenho certeza de tudo aquilo que sou: um céu vermelho, uma noite de lua cheia, um cobertor e um banho de mar, e tudo o mais que tu quiseres viver junto de mim. Um mês se foi. Enche teus pulmões, pois tu vais precisar de todo o ar que eles puderem conter.
Marcadores:
Rodrigo Esteban Tavarez
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Tudo é dor
As vezes, você tem que esquecer o que você quer, para começar a entender o que você merece. Durante sua vida você irá encontrar várias pessoas e achar que ela é seu mundo, seu ponto de paz, e várias vezes você ira se decepcionar. Eu procuro acreditar que tudo isso que eu quero vai acontecer. Acabo me sufocando com tanta gente falsa, hipocrita e sem carater ao meu redor. Acho engraçado que nos filmes eles não param de ir atrás delas e lutar, já na vida real eles desistem no primeiro “não” que você diz. Quem me dera que ao menos uma vez, o mais simples fosse visto como importante. Existe alguém em mim que quer falar tudo que acha que sente. Quer dizer que faz qualquer coisa pra te ter ao lado todo dia à noite. Esse alguém te quer. Existe alguém que duvida. Duvida do que tu sentes e, justamente por isso, não diz o que sente. Ele não diz, e te faz achar que ele não sente nada por ti. Esse alguém te gosta muito. Existe também alguém que ferve. Alguém que ignora todo o sentimento, pois espera a cada esquina por algo melhor, algo que nunca aparece e que o faz permanecer nessa incessante busca. Esse alguém não vive sem ti. Tudo é dor. E toda dor vem do desejo de não sentir dor.
Marcadores:
Rodrigo Esteban Tavarez
Eu quero,,
Eu acredito nas casualidades, nos encontros, nas passagens.
Nas conversas que temos, nas músicas que cantamos. No que somos e nunca deixamos de ser.
Eu acredito que podemos ser muito fortes, muito mais. Podemos ser como todos, e o tudo pode ser capaz.
Eu quero suas mãos, suas ideias e defeitos, que me ensine o seu jeito, enquanto aprende o meu.
Quero que faça sentido, que seja proibido, mas que entre nós todos não exista lei.
Quero ser tudo que tem graça, que tem gosto e da pra sentir.
Quero o que mais me da vontade, e quero vontade pra prosseguir.
Quero voar, mergulhar, morrer e matar a vontade de querer.
Nas conversas que temos, nas músicas que cantamos. No que somos e nunca deixamos de ser.
Eu acredito que podemos ser muito fortes, muito mais. Podemos ser como todos, e o tudo pode ser capaz.
Eu quero suas mãos, suas ideias e defeitos, que me ensine o seu jeito, enquanto aprende o meu.
Quero que faça sentido, que seja proibido, mas que entre nós todos não exista lei.
Quero ser tudo que tem graça, que tem gosto e da pra sentir.
Quero o que mais me da vontade, e quero vontade pra prosseguir.
Quero voar, mergulhar, morrer e matar a vontade de querer.
Marcadores:
Rodrigo Esteban Tavarez
sábado, 16 de outubro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)
